{"id":38986,"date":"2025-10-24T16:26:43","date_gmt":"2025-10-24T19:26:43","guid":{"rendered":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/?p=38986"},"modified":"2025-10-27T14:04:33","modified_gmt":"2025-10-27T17:04:33","slug":"estudantes-de-psicologia-da-faacz-vivenciam-atividade-sobre-saude-mental-e-empatia-em-sala-de-aula","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/estudantes-de-psicologia-da-faacz-vivenciam-atividade-sobre-saude-mental-e-empatia-em-sala-de-aula\/","title":{"rendered":"Estudantes de Psicologia da FAACZ vivenciam atividade sobre sa\u00fade mental e empatia em sala de aula"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"450\" src=\"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/foto_24_10_25_01.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-38987\" srcset=\"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/foto_24_10_25_01.jpg 600w, https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/foto_24_10_25_01-24x18.jpg 24w, https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/foto_24_10_25_01-36x27.jpg 36w, https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/foto_24_10_25_01-48x36.jpg 48w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A\u00e7\u00e3o com alunos de Psicologia do 2\u00ba per\u00edodo dialoga com Pesquisa de Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica que investiga o tema na institui\u00e7\u00e3o. Fotos: Divulga\u00e7\u00e3o.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Durante a disciplina \u201cPsicologia e Desenvolvimento Humano I\u201d, os estudantes do 2\u00ba per\u00edodo do <strong><a href=\"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/graduacao\/psicologia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"\">curso de Psicologia<\/a><\/strong> da <strong><a href=\"http:\/\/www.faacz.com.br\/portal\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" title=\"\">FAACZ<\/a><\/strong> participaram de uma atividade que promoveu reflex\u00e3o, escuta e acolhimento coletivo no ambiente universit\u00e1rio. A proposta foi conduzida pela professora Danielle Guss, que tamb\u00e9m orienta uma Pesquisa de Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica voltada a investigar a sa\u00fade mental das estudantes universit\u00e1rias da institui\u00e7\u00e3o, iniciada em outubro deste ano.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a docente, a sa\u00fade mental de estudantes universit\u00e1rios \u00e9 um tema cada vez mais recorrente nas discuss\u00f5es acad\u00eamicas \u2013 sobretudo entre as mulheres, que enfrentam press\u00f5es adicionais relacionadas a g\u00eanero, expectativas sociais e desigualdades estruturais. No ambiente universit\u00e1rio, fatores como sobrecarga acad\u00eamica, competitividade, viol\u00eancia de g\u00eanero, racismo e isolamento social podem contribuir para o sofrimento ps\u00edquico, muitas vezes invisibilizado pelas institui\u00e7\u00f5es de ensino.<\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cEsse ambiente, que, segundo Han (2017), \u00e9 permeado por uma l\u00f3gica de produtividade e competitividade, pode intensificar o adoecimento emocional em grupos socialmente vulner\u00e1veis, como mulheres negras, ind\u00edgenas, perif\u00e9ricas e LGBTQIA+\u201d,<\/em> destacou a professora Danielle. Para a educadora, <em>\u201cessa intensifica\u00e7\u00e3o evidencia a necessidade de uma abordagem interseccional, como a desenvolvida por Collins (2021), para compreender como as opress\u00f5es se aprofundam em determinadas experi\u00eancias\u201d,<\/em> ressaltou a docente da FAACZ.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"450\" src=\"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/foto_24_10_25_02.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-38988\" srcset=\"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/foto_24_10_25_02.jpg 600w, https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/foto_24_10_25_02-24x18.jpg 24w, https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/foto_24_10_25_02-36x27.jpg 36w, https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/foto_24_10_25_02-48x36.jpg 48w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Foi nesse contexto que a atividade coletiva foi proposta. A din\u00e2mica pedia que os alunos se olhassem uns aos outros, caminhando entre si. A viv\u00eancia, segundo relatos da professora, provocou rea\u00e7\u00f5es intensas. <em>\u201cA atividade gerou rea\u00e7\u00f5es como vergonha, estranhamento e imobiliza\u00e7\u00e3o; alguns resistiram a sair de seus lugares, rindo timidamente. Esses aspectos foram observados sobretudo entre as mulheres e, ao abrir espa\u00e7o para o compartilhamento das percep\u00e7\u00f5es, elas relataram sobrecarga emocional e cansa\u00e7o\u201d,<\/em> pontuou Danielle.<\/p>\n\n\n\n<p>A experi\u00eancia foi bem recebida e sensibilizou a turma, gerando reflex\u00f5es sobre conviv\u00eancia e cuidado. Para a estudante Antonella Del Piero Spinasse, a viv\u00eancia proporcionou uma nova forma de intera\u00e7\u00e3o e trouxe benef\u00edcios para a coexist\u00eancia acad\u00eamica: <em>\u201cCom a atividade, pudemos nos envolver com os colegas e perceber mais os outros, al\u00e9m de ampliar os espa\u00e7os para di\u00e1logos e intera\u00e7\u00f5es profundas e pessoais de cada um. Acredito que aulas assim tornam o ambiente de ensino mais leve e agrad\u00e1vel\u201d,<\/em> comentou a universit\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa a\u00e7\u00e3o refor\u00e7a a import\u00e2ncia de criar momentos de acolhimento e reflex\u00e3o dentro da faculdade, abrindo caminho para que o cuidado com a sa\u00fade mental seja tratado como uma prioridade na forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica. A Pesquisa de Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica em andamento promete gerar mais dados para aprofundar a compreens\u00e3o sobre essa realidade espec\u00edfica das estudantes da FAACZ. Dessa forma, a iniciativa refor\u00e7a o compromisso do curso de Psicologia em formar profissionais sens\u00edveis \u00e0s quest\u00f5es humanas, promovendo experi\u00eancias que integram teoria, pr\u00e1tica e cuidado com o outro.<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>Texto: Alessandro Bitti<\/strong><\/em><strong><br><\/strong><em>E-mail: comunicacao@fsjb.edu.br<\/em><em><br>alessandro@fsjb.edu.br<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Data da publica\u00e7\u00e3o: 24\/10\/2025<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Durante a disciplina \u201cPsicologia e Desenvolvimento Humano I\u201d, os estudantes do 2\u00ba per\u00edodo do curso de Psicologia da FAACZ participaram de uma atividade que promoveu reflex\u00e3o, escuta e acolhimento coletivo no ambiente universit\u00e1rio. A proposta foi conduzida pela professora Danielle Guss, que tamb\u00e9m orienta uma Pesquisa de Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica voltada a investigar a sa\u00fade mental das estudantes universit\u00e1rias da institui\u00e7\u00e3o, iniciada em outubro deste ano. Segundo a docente, a sa\u00fade mental de estudantes universit\u00e1rios \u00e9 um tema cada vez mais recorrente nas discuss\u00f5es acad\u00eamicas \u2013 sobretudo entre as mulheres, que enfrentam press\u00f5es adicionais relacionadas a g\u00eanero, expectativas sociais e desigualdades estruturais. No ambiente universit\u00e1rio, fatores como sobrecarga acad\u00eamica, competitividade, viol\u00eancia de g\u00eanero, racismo e isolamento social podem contribuir para o sofrimento ps\u00edquico, muitas vezes invisibilizado pelas institui\u00e7\u00f5es de ensino. \u201cEsse ambiente, que, segundo Han (2017), \u00e9 permeado por uma l\u00f3gica de produtividade e competitividade, pode intensificar o adoecimento emocional em grupos socialmente vulner\u00e1veis, como mulheres negras, ind\u00edgenas, perif\u00e9ricas e LGBTQIA+\u201d, destacou a professora Danielle. Para a educadora, \u201cessa intensifica\u00e7\u00e3o evidencia a necessidade de uma abordagem interseccional, como a desenvolvida por Collins (2021), para compreender como as opress\u00f5es se aprofundam em determinadas experi\u00eancias\u201d, ressaltou a docente da FAACZ. Foi nesse contexto que a atividade coletiva foi proposta. A din\u00e2mica pedia que os alunos se olhassem uns aos outros, caminhando entre si. A viv\u00eancia, segundo relatos da professora, provocou rea\u00e7\u00f5es intensas. \u201cA atividade gerou rea\u00e7\u00f5es como vergonha, estranhamento e imobiliza\u00e7\u00e3o; alguns resistiram a sair de seus lugares, rindo timidamente. Esses aspectos foram observados sobretudo entre as mulheres e, ao abrir espa\u00e7o para o compartilhamento das percep\u00e7\u00f5es, elas relataram sobrecarga emocional e cansa\u00e7o\u201d, pontuou Danielle. A experi\u00eancia foi bem recebida e sensibilizou a turma, gerando reflex\u00f5es sobre conviv\u00eancia e cuidado. Para a estudante Antonella Del Piero Spinasse, a viv\u00eancia proporcionou uma nova forma de intera\u00e7\u00e3o e trouxe benef\u00edcios para a coexist\u00eancia acad\u00eamica: \u201cCom a atividade, pudemos nos envolver com os colegas e perceber mais os outros, al\u00e9m de ampliar os espa\u00e7os para di\u00e1logos e intera\u00e7\u00f5es profundas e pessoais de cada um. 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