{"id":32247,"date":"2023-06-07T13:04:38","date_gmt":"2023-06-07T16:04:38","guid":{"rendered":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/universitarios-da-faacz-participam-de-roda-de-conversa-realizada-no-cea-com-alunos-do-ensino-fundamental\/"},"modified":"2024-10-27T12:05:55","modified_gmt":"2024-10-27T15:05:55","slug":"universitarios-da-faacz-participam-de-roda-de-conversa-realizada-no-cea-com-alunos-do-ensino-fundamental","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/universitarios-da-faacz-participam-de-roda-de-conversa-realizada-no-cea-com-alunos-do-ensino-fundamental\/","title":{"rendered":"Universit\u00e1rios da FAACZ participam de Roda de Conversa realizada no CEA com alunos do Ensino Fundamental"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_18882\" aria-describedby=\"caption-attachment-18882\" style=\"width: 600px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-18882\" src=\"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/foto_07_06_23_01.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"450\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-18882\" class=\"wp-caption-text\">Fotos: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Os universit\u00e1rios da <a href=\"https:\/\/faacz.kedu.srv.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>FAACZ<\/strong>,<\/a> do 1\u00ba per\u00edodo, dos cursos de <a href=\"https:\/\/faacz.kedu.srv.br\/graduacao\/cursos\/enfermagem\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Enfermagem,<\/strong><\/a> <a href=\"https:\/\/faacz.kedu.srv.br\/graduacao\/cursos\/curso-de-direito\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Direito<\/strong><\/a> e <a href=\"https:\/\/faacz.kedu.srv.br\/graduacao\/cursos\/psicologia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Psicologia:<\/strong><\/a> Lara Mel Gomes C\u00e2ndido, Caroline Bastos Villa Real Guervich, Kewen Eduardo Moreira de Oliveira Queiroz, Matheus Moro Capo Pereira e Luzia de Fatima Ataide Ferreira Ribeiro, participaram de uma Roda de Conversa promovida pelo <a href=\"http:\/\/www.cearacruz.com.br\/portal\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Centro Educacional de Aracruz (CEA).<\/strong><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A atividade foi organizada pela equipe pedag\u00f3gica do CEA em parceria com o Comit\u00ea e a Supervis\u00e3o de Extens\u00e3o da FAACZ, que promoveu um momento similar para os universit\u00e1rios matriculados na disciplina de \u201cExtens\u00e3o Interdisciplinar I\u201d. No CEA, o bate-papo teve como tema central \u201cA valoriza\u00e7\u00e3o da Cultura Ind\u00edgena no Mundo Contempor\u00e2neo\u201d, e foi direcionado aos alunos do 6\u00ba Ano, turmas \u201cA\u201d, \u201cB\u201d, \u201cC\u201d e \u201cD\u201d, do Ensino Fundamental, sendo o professor de Hist\u00f3ria, Matheus Pignaton Nascimento, respons\u00e1vel pelo momento.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-18883\" src=\"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/foto_07_06_23_02.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"450\" \/><\/p>\n<p>Para conversar com os estudantes do CEA, foi convidado o vice-cacique da aldeia Nova Esperan\u00e7a (Aldeia Kaagwy por\u00e3), Mayn\u00f5 Guarani (Wera Tuk\u00fcbo), que \u00e9 formando em Educa\u00e7\u00e3o Ind\u00edgena pela <a href=\"https:\/\/www.ufes.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>UFES,<\/strong><\/a>\u00a0atuou por quatro anos como professor da rede municipal, de Ensino Fundamental, da <a href=\"https:\/\/www.aracruz.es.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Prefeitura de<\/strong> <strong>Aracruz<\/strong>,<\/a> na escola ind\u00edgena Guarani (\u00c3r\u00e3du REtxak\u00e3), localizada na aldeia Tr\u00eas Palmeiras, pr\u00f3xima ao distrito de Santa Cruz.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Durante o bate-papo, Mayn\u00f5 falou com os estudantes do CEA como vivem o povo ind\u00edgena, atualmente, quais s\u00e3o as brincadeiras que s\u00e3o passadas de gera\u00e7\u00e3o a gera\u00e7\u00e3o e a l\u00edngua nativa que s\u00e3o faladas nas comunidades ind\u00edgenas, que pode ser Guarani ou Tupinikim, conforme a aldeia a qual o ind\u00edgena pertence. Mayn\u00f5 ainda relatou como \u00e9 feito o reflorestamento nas comunidades ind\u00edgenas de Aracruz.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-18884\" src=\"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/foto_07_06_23_03.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"450\" \/><\/p>\n<p><em>\u201cHoje, estou numa comunidade recente, que \u00e9 a aldeia Nova Esperan\u00e7a (Kaagwy por\u00e3). Essa comunidade plantou nos \u00faltimos oito anos, cerca de 250 mil mudas de \u00e1rvores frut\u00edferas e nativas. Os Guaranis mant\u00eam a l\u00edngua nativa dentro da comunidade a qual pertencem. Al\u00e9m disso, fazemos artesanatos t\u00edpicos culturais, que servem de subsist\u00eancia para muitas fam\u00edlias\u201d,\u00a0<\/em>ressaltou Mayn\u00f5 Guarani.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Segundo o prof. Matheus Pignaton, o CEA prop\u00f5e um ensino pautado nos valores \u00e9ticos, morais e na compreens\u00e3o de todas as totalidades da forma\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o brasileira. Al\u00e9m disso, de acordo com o docente, esse foi um momento extremamente proveitoso, pois os alunos conseguiram ver, analisar e vivenciar o que havia sido trabalhado em sala de aula de forma tang\u00edvel.<\/p>\n<p><em> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-18885\" src=\"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/foto_07_06_23_04.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"450\" \/><\/em><\/p>\n<p><em>\u201cPrecisamos lembrar que o estudo da cultura ind\u00edgena promove o di\u00e1logo intercultural e a troca de conhecimentos entre diferentes grupos humanos. Sem contar que, os ind\u00edgenas possuem um vasto conhecimento sobre a natureza, plantas medicinais, t\u00e9cnicas agr\u00edcolas sustent\u00e1veis, conserva\u00e7\u00e3o ambiental e outras \u00e1reas do conhecimento humano\u201d,<\/em> destacou o docente.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>\u201cO estudo da cultura ind\u00edgena nos permite ainda compreender e respeitar a diversidade cultural do nosso pa\u00eds. Afinal, essas culturas s\u00e3o ricas em tradi\u00e7\u00f5es, conhecimentos ancestrais, l\u00ednguas, pr\u00e1ticas espirituais e formas de organiza\u00e7\u00e3o social. Ao reconhecermos e explorarmos esse conhecimento, estamos fomentando a promo\u00e7\u00e3o da equidade, do apre\u00e7o e da valoriza\u00e7\u00e3o das diversas culturas que comp\u00f5em a humanidade\u201d,<\/em> afirmou o professor de Hist\u00f3ria do CEA.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Matheus Moro Capo Pereira, \u00e9 estudante do 1\u00ba per\u00edodo do curso de Direito da FAACZ, falou que foi um privil\u00e9gio presenciar e ajudar na palestra ind\u00edgena que foi apresentada para os alunos do 6\u00ba Ano, do Ensino Fundamental do CEA.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-18886\" src=\"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/foto_07_06_23_05.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"450\" \/><\/p>\n<p><em>\u201cEssa sem d\u00favida, foi uma experi\u00eancia muito bacana, pois, n\u00f3s da faculdade tamb\u00e9m tivemos esta palestra, e as perguntas foram totalmente diferentes. Enquanto, na faculdade, os acad\u00eamicos perguntavam sobre a cultura e tal, os alunos do CEA queriam saber sobre coisas na quais eles gostam, como a brincadeira que eles t\u00eam, sobre os cantos e sobre o lugar que moram. \u00a0Assim, passou muito conhecimento e divers\u00e3o para os estudantes do 6\u00ba Ano, mostrando a cultura, as l\u00ednguas e a vida de um ind\u00edgena. Tenho certeza que sa\u00edram de l\u00e1 super felizes e com bastante aprendizado\u201d,<\/em> afirmou o universit\u00e1rio.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para Caroline Bastos Villa Real Guervich, universit\u00e1ria da FAACZ, <em>\u201ca palestra realizada no CEA, com os alunos do Ensino Fundamental, foi bastante interessante e importante, para entendermos a necessidade de preservar a tradi\u00e7\u00e3o daqueles que contribu\u00edram para a hist\u00f3ria do nosso pa\u00eds. Muitas curiosidades e d\u00favidas foram esclarecidas, como tamb\u00e9m pudemos conhecer um pouco mais sobre suas atividades e tradi\u00e7\u00f5es\u201d,<\/em> relatou a aluna do 1\u00ba per\u00edodo do curso de Enfermagem.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Texto: Alessandro Bitti<\/strong><\/em><br \/>\n<em>E-mail: comunicacao@fsjb.edu.br<\/em><em><br \/>\nalessandro@fsjb.edu.br<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Data da publica\u00e7\u00e3o: 07\/06\/2023<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os universit\u00e1rios da FAACZ, do 1\u00ba per\u00edodo, dos cursos de Enfermagem, Direito e Psicologia: Lara Mel Gomes C\u00e2ndido, Caroline Bastos Villa Real Guervich, Kewen Eduardo Moreira de Oliveira Queiroz, Matheus Moro Capo Pereira e Luzia de Fatima Ataide Ferreira Ribeiro, participaram de uma Roda de Conversa promovida pelo Centro Educacional de Aracruz (CEA). &nbsp; A atividade foi organizada pela equipe pedag\u00f3gica do CEA em parceria com o Comit\u00ea e a Supervis\u00e3o de Extens\u00e3o da FAACZ, que promoveu um momento similar para os universit\u00e1rios matriculados na disciplina de \u201cExtens\u00e3o Interdisciplinar I\u201d. No CEA, o bate-papo teve como tema central \u201cA valoriza\u00e7\u00e3o da Cultura Ind\u00edgena no Mundo Contempor\u00e2neo\u201d, e foi direcionado aos alunos do 6\u00ba Ano, turmas \u201cA\u201d, \u201cB\u201d, \u201cC\u201d e \u201cD\u201d, do Ensino Fundamental, sendo o professor de Hist\u00f3ria, Matheus Pignaton Nascimento, respons\u00e1vel pelo momento. Para conversar com os estudantes do CEA, foi convidado o vice-cacique da aldeia Nova Esperan\u00e7a (Aldeia Kaagwy por\u00e3), Mayn\u00f5 Guarani (Wera Tuk\u00fcbo), que \u00e9 formando em Educa\u00e7\u00e3o Ind\u00edgena pela UFES,\u00a0atuou por quatro anos como professor da rede municipal, de Ensino Fundamental, da Prefeitura de Aracruz, na escola ind\u00edgena Guarani (\u00c3r\u00e3du REtxak\u00e3), localizada na aldeia Tr\u00eas Palmeiras, pr\u00f3xima ao distrito de Santa Cruz. &nbsp; Durante o bate-papo, Mayn\u00f5 falou com os estudantes do CEA como vivem o povo ind\u00edgena, atualmente, quais s\u00e3o as brincadeiras que s\u00e3o passadas de gera\u00e7\u00e3o a gera\u00e7\u00e3o e a l\u00edngua nativa que s\u00e3o faladas nas comunidades ind\u00edgenas, que pode ser Guarani ou Tupinikim, conforme a aldeia a qual o ind\u00edgena pertence. Mayn\u00f5 ainda relatou como \u00e9 feito o reflorestamento nas comunidades ind\u00edgenas de Aracruz. \u201cHoje, estou numa comunidade recente, que \u00e9 a aldeia Nova Esperan\u00e7a (Kaagwy por\u00e3). Essa comunidade plantou nos \u00faltimos oito anos, cerca de 250 mil mudas de \u00e1rvores frut\u00edferas e nativas. Os Guaranis mant\u00eam a l\u00edngua nativa dentro da comunidade a qual pertencem. Al\u00e9m disso, fazemos artesanatos t\u00edpicos culturais, que servem de subsist\u00eancia para muitas fam\u00edlias\u201d,\u00a0ressaltou Mayn\u00f5 Guarani. &nbsp; Segundo o prof. Matheus Pignaton, o CEA prop\u00f5e um ensino pautado nos valores \u00e9ticos, morais e na compreens\u00e3o de todas as totalidades da forma\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o brasileira. Al\u00e9m disso, de acordo com o docente, esse foi um momento extremamente proveitoso, pois os alunos conseguiram ver, analisar e vivenciar o que havia sido trabalhado em sala de aula de forma tang\u00edvel. \u201cPrecisamos lembrar que o estudo da cultura ind\u00edgena promove o di\u00e1logo intercultural e a troca de conhecimentos entre diferentes grupos humanos. Sem contar que, os ind\u00edgenas possuem um vasto conhecimento sobre a natureza, plantas medicinais, t\u00e9cnicas agr\u00edcolas sustent\u00e1veis, conserva\u00e7\u00e3o ambiental e outras \u00e1reas do conhecimento humano\u201d, destacou o docente. &nbsp; \u201cO estudo da cultura ind\u00edgena nos permite ainda compreender e respeitar a diversidade cultural do nosso pa\u00eds. Afinal, essas culturas s\u00e3o ricas em tradi\u00e7\u00f5es, conhecimentos ancestrais, l\u00ednguas, pr\u00e1ticas espirituais e formas de organiza\u00e7\u00e3o social. Ao reconhecermos e explorarmos esse conhecimento, estamos fomentando a promo\u00e7\u00e3o da equidade, do apre\u00e7o e da valoriza\u00e7\u00e3o das diversas culturas que comp\u00f5em a humanidade\u201d, afirmou o professor de Hist\u00f3ria do CEA. &nbsp; Matheus Moro Capo Pereira, \u00e9 estudante do 1\u00ba per\u00edodo do curso de Direito da FAACZ, falou que foi um privil\u00e9gio presenciar e ajudar na palestra ind\u00edgena que foi apresentada para os alunos do 6\u00ba Ano, do Ensino Fundamental do CEA. \u201cEssa sem d\u00favida, foi uma experi\u00eancia muito bacana, pois, n\u00f3s da faculdade tamb\u00e9m tivemos esta palestra, e as perguntas foram totalmente diferentes. Enquanto, na faculdade, os acad\u00eamicos perguntavam sobre a cultura e tal, os alunos do CEA queriam saber sobre coisas na quais eles gostam, como a brincadeira que eles t\u00eam, sobre os cantos e sobre o lugar que moram. \u00a0Assim, passou muito conhecimento e divers\u00e3o para os estudantes do 6\u00ba Ano, mostrando a cultura, as l\u00ednguas e a vida de um ind\u00edgena. Tenho certeza que sa\u00edram de l\u00e1 super felizes e com bastante aprendizado\u201d, afirmou o universit\u00e1rio. &nbsp; Para Caroline Bastos Villa Real Guervich, universit\u00e1ria da FAACZ, \u201ca palestra realizada no CEA, com os alunos do Ensino Fundamental, foi bastante interessante e importante, para entendermos a necessidade de preservar a tradi\u00e7\u00e3o daqueles que contribu\u00edram para a hist\u00f3ria do nosso pa\u00eds. Muitas curiosidades e d\u00favidas foram esclarecidas, como tamb\u00e9m pudemos conhecer um pouco mais sobre suas atividades e tradi\u00e7\u00f5es\u201d, relatou a aluna do 1\u00ba per\u00edodo do curso de Enfermagem. &nbsp; Texto: Alessandro Bitti E-mail: comunicacao@fsjb.edu.br alessandro@fsjb.edu.br &nbsp; Data da publica\u00e7\u00e3o: 07\/06\/2023<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":32248,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[188],"tags":[],"class_list":["post-32247","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comite-de-extensao"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32247"}],"collection":[{"href":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32247"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32247\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":32253,"href":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32247\/revisions\/32253"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/32248"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32247"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32247"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32247"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}