{"id":31568,"date":"2022-12-21T17:31:33","date_gmt":"2022-12-21T20:31:33","guid":{"rendered":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/aulas-diferenciadas-professora-da-faacz-utiliza-metodologia-de-ensino-que-favorece-a-interacao-o-debate-e-a-experimentacao\/"},"modified":"2024-10-27T11:55:56","modified_gmt":"2024-10-27T14:55:56","slug":"aulas-diferenciadas-professora-da-faacz-utiliza-metodologia-de-ensino-que-favorece-a-interacao-o-debate-e-a-experimentacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/aulas-diferenciadas-professora-da-faacz-utiliza-metodologia-de-ensino-que-favorece-a-interacao-o-debate-e-a-experimentacao\/","title":{"rendered":"Aulas diferenciadas: Professora da FAACZ utiliza metodologia de ensino que favorece a intera\u00e7\u00e3o, o debate e a experimenta\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_17644\" aria-describedby=\"caption-attachment-17644\" style=\"width: 600px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-17644\" src=\"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/foto_21_12_2022_02.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"450\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-17644\" class=\"wp-caption-text\">Fotos: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Danielle Guss Andrade \u00e9 professora do <a href=\"https:\/\/faacz.kedu.srv.br\/graduacao\/cursos\/psicologia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>curso de Psicologia da FAACZ<\/strong><\/a> e nas aulas das disciplinas de \u201cPsicologia Organizacional e do Trabalho\u201d (6\u00ba per\u00edodo) e de \u201cSa\u00fade Mental e Cidadania\u201d (8\u00ba per\u00edodo), realizou algumas atividades de viv\u00eancia com os universit\u00e1rios que foram muito interessantes. A proposta das aulas diferenciadas foi favorecer a intera\u00e7\u00e3o, o debate e a experimenta\u00e7\u00e3o entre os estudantes, fugindo do molde tradicional de ensino, com os alunos sentados na carteira, ouvindo o professor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>No in\u00edcio de cada aula, a prof.\u00aa Danielle fez alguns questionamentos aos universit\u00e1rios e dentre as perguntas feitas ela afirmou: <em>\u201cS\u00e3o direcionadas a professora autoriza\u00e7\u00f5es. Mas quem \u00e9 que autoriza? Quais rela\u00e7\u00f5es estamos construindo entre professor e aluno? Entre psicologia e mundo? Sentados em cangas, em grupos, nos torn\u00e1vamos estrangeiros. Como \u00e9 fazer uma aula fora das carteiras? Como \u00e9 fazer uma aula ch\u00e3o? Professora, pode deitar? Professora, pode falar?\u201d.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ainda de acordo com Guss: <em>\u201cO saber formal nos diz que operamos numa l\u00f3gica da cogni\u00e7\u00e3o. Imputs e outputs. A cogni\u00e7\u00e3o, vista como central ao sujeito, imp\u00f5e em n\u00f3s n\u00fameros, m\u00e9tricas, polariza\u00e7\u00f5es. Somos bons ou maus alunos. Somos inteligentes ou n\u00e3o. Temos dificuldades de aprendizagem ou facilidades.\u00a0Nesta l\u00f3gica, vamos nos compondo com o mundo entre bons x maus\u201d, <\/em>explicou a docente da FAACZ.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-17645\" src=\"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/foto_21_12_2022_03.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"450\" \/><\/p>\n<p>Durante as aulas, nos 6\u00ba e 8\u00ba per\u00edodos do curso de Psicologia, a professora Danielle questionou os universit\u00e1rios: <em>\u201cQuais subjetividades estamos fazendo viver? Quais estamos conseguindo ouvir?\u201d.<\/em> E, em seguida, afirmou:\u00a0<em>\u201c<\/em><em>Estamos a todo tempo produzindo subjetividades e, em nosso fazer docente-psic\u00f3logo, n\u00e3o \u00e9 diferente. \u00c9 preciso estar atento e sens\u00edvel ao nosso fazer\u201d.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>\u201cNos abrir a experi\u00eancia, estarmos dispostos a experi\u00eancia\/sentido, como nos diz Larossa em &#8220;Notas sobre a experi\u00eancia e o saber&#8221;, \u00e9 um deslocamento do nosso suposto saber. \u00c9 propormos um exerc\u00edcio de saborear, tatear novos territ\u00f3rios existenciais. Experimentar, ele vai dizer, \u00e9 da ordem da experi\u00eancia que se d\u00e1 em colocar-se para fora, correr riscos, fazer travessias como um pirata em destino a novos mundos. Fazer este exerc\u00edcio com a doc\u00eancia-psicologia \u00e9 fazer uma aposta: O que nos acontece?\u00a0O que se passa conosco nesta travessia?\u201d, <\/em>ponderou Guss.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-17646\" src=\"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-content\/uploads\/2024\/10\/foto_21_12_2022_04.jpg\" alt=\"\" width=\"600\" height=\"450\" \/><\/p>\n<p>A professora Danielle finalizou dizendo:<em> \u201cPara al\u00e9m de uma aula-informa\u00e7\u00e3o, estamos nos propondo a um uso do corpo marcado pelo risco, arriscar com o mundo para ampliar nossos repert\u00f3rios de contato. Nos sujarmos de mundo \u00e9 o que mais nos falta, termos desejos de mundo \u00e9 um exerc\u00edcio \u00e9tico de afirma\u00e7\u00e3o de uma vida. O saber deve andar junto com o sabor. Saborear algo novo para permitir que algo nos aconte\u00e7a\u201d, <\/em>afirmou a docente da FAACZ.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>\u201cO inquietante gera questionamentos, nos abre a uma busca pela compreens\u00e3o dos anseios que permeiam nossas rela\u00e7\u00f5es e nosso ser. Realizar aulas que nos permitam um pensamento decolonial, nos possibilita o encontro com a diversidade do pensamento, nos colocando frente ao surgimento e derrubada de paradigmas, em um ambiente ricamente humano. As aulas proporcionam compreens\u00e3o do indiv\u00edduo, corpo e mente, respeitando o processo de vida de cada um, e principalmente os nossos processos\u201d, <\/em>disse a aluna do 6\u00ba per\u00edodo do curso de Psicologia, Janaine Daiana Vieira Bescorovaine sobre as aulas diferenciadas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em><strong>Texto: Alessandro Bitti<\/strong><\/em><br \/>\n<em>E-mail: comunicacao@fsjb.edu.br<\/em><em><br \/>\nalessandro@fsjb.edu.br<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Data da publica\u00e7\u00e3o: 21\/12\/2022<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Danielle Guss Andrade \u00e9 professora do curso de Psicologia da FAACZ e nas aulas das disciplinas de \u201cPsicologia Organizacional e do Trabalho\u201d (6\u00ba per\u00edodo) e de \u201cSa\u00fade Mental e Cidadania\u201d (8\u00ba per\u00edodo), realizou algumas atividades de viv\u00eancia com os universit\u00e1rios que foram muito interessantes. A proposta das aulas diferenciadas foi favorecer a intera\u00e7\u00e3o, o debate e a experimenta\u00e7\u00e3o entre os estudantes, fugindo do molde tradicional de ensino, com os alunos sentados na carteira, ouvindo o professor. &nbsp; No in\u00edcio de cada aula, a prof.\u00aa Danielle fez alguns questionamentos aos universit\u00e1rios e dentre as perguntas feitas ela afirmou: \u201cS\u00e3o direcionadas a professora autoriza\u00e7\u00f5es. Mas quem \u00e9 que autoriza? Quais rela\u00e7\u00f5es estamos construindo entre professor e aluno? Entre psicologia e mundo? Sentados em cangas, em grupos, nos torn\u00e1vamos estrangeiros. Como \u00e9 fazer uma aula fora das carteiras? Como \u00e9 fazer uma aula ch\u00e3o? Professora, pode deitar? Professora, pode falar?\u201d. &nbsp; Ainda de acordo com Guss: \u201cO saber formal nos diz que operamos numa l\u00f3gica da cogni\u00e7\u00e3o. Imputs e outputs. A cogni\u00e7\u00e3o, vista como central ao sujeito, imp\u00f5e em n\u00f3s n\u00fameros, m\u00e9tricas, polariza\u00e7\u00f5es. Somos bons ou maus alunos. Somos inteligentes ou n\u00e3o. Temos dificuldades de aprendizagem ou facilidades.\u00a0Nesta l\u00f3gica, vamos nos compondo com o mundo entre bons x maus\u201d, explicou a docente da FAACZ. Durante as aulas, nos 6\u00ba e 8\u00ba per\u00edodos do curso de Psicologia, a professora Danielle questionou os universit\u00e1rios: \u201cQuais subjetividades estamos fazendo viver? Quais estamos conseguindo ouvir?\u201d. E, em seguida, afirmou:\u00a0\u201cEstamos a todo tempo produzindo subjetividades e, em nosso fazer docente-psic\u00f3logo, n\u00e3o \u00e9 diferente. \u00c9 preciso estar atento e sens\u00edvel ao nosso fazer\u201d. &nbsp; \u201cNos abrir a experi\u00eancia, estarmos dispostos a experi\u00eancia\/sentido, como nos diz Larossa em &#8220;Notas sobre a experi\u00eancia e o saber&#8221;, \u00e9 um deslocamento do nosso suposto saber. \u00c9 propormos um exerc\u00edcio de saborear, tatear novos territ\u00f3rios existenciais. Experimentar, ele vai dizer, \u00e9 da ordem da experi\u00eancia que se d\u00e1 em colocar-se para fora, correr riscos, fazer travessias como um pirata em destino a novos mundos. Fazer este exerc\u00edcio com a doc\u00eancia-psicologia \u00e9 fazer uma aposta: O que nos acontece?\u00a0O que se passa conosco nesta travessia?\u201d, ponderou Guss. A professora Danielle finalizou dizendo: \u201cPara al\u00e9m de uma aula-informa\u00e7\u00e3o, estamos nos propondo a um uso do corpo marcado pelo risco, arriscar com o mundo para ampliar nossos repert\u00f3rios de contato. Nos sujarmos de mundo \u00e9 o que mais nos falta, termos desejos de mundo \u00e9 um exerc\u00edcio \u00e9tico de afirma\u00e7\u00e3o de uma vida. O saber deve andar junto com o sabor. Saborear algo novo para permitir que algo nos aconte\u00e7a\u201d, afirmou a docente da FAACZ. &nbsp; \u201cO inquietante gera questionamentos, nos abre a uma busca pela compreens\u00e3o dos anseios que permeiam nossas rela\u00e7\u00f5es e nosso ser. Realizar aulas que nos permitam um pensamento decolonial, nos possibilita o encontro com a diversidade do pensamento, nos colocando frente ao surgimento e derrubada de paradigmas, em um ambiente ricamente humano. As aulas proporcionam compreens\u00e3o do indiv\u00edduo, corpo e mente, respeitando o processo de vida de cada um, e principalmente os nossos processos\u201d, disse a aluna do 6\u00ba per\u00edodo do curso de Psicologia, Janaine Daiana Vieira Bescorovaine sobre as aulas diferenciadas. &nbsp; Texto: Alessandro Bitti E-mail: comunicacao@fsjb.edu.br alessandro@fsjb.edu.br &nbsp; Data da publica\u00e7\u00e3o: 21\/12\/2022<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":31569,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[212],"tags":[],"class_list":["post-31568","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-psicologia"],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31568"}],"collection":[{"href":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31568"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31568\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":31572,"href":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31568\/revisions\/31572"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media\/31569"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31568"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31568"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/faacz.com.br\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31568"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}